Há momentos em que é necessário renunciar. Dizer não. Abrir mão daquilo que não nos agrega nada e transformar a nossa vida de um modo radical. 
       E o que é mais impressionante é o fato de essa radicalidade estar menos relacionada com grandes ações e mais atrelada à percepção de que microações são revolucionárias pois agem em cadeia e transformam não somente nós mesmos como também todo o mundo.
       Que tal parar por um tempo - mesmo que por alguns minutos - e balançar o corpo de um modo inabitual ao som da música que mais lhe apetece? 
       Que tal fazer uma colagem de gravuras que lhe tocam a alma e colar na parede do quarto?
       Que tal cantarolar uma canção (ou uma nova música se você já for um veterano cantor de chuveiro) enquanto toma banho?

       E se eu disser que bastam ações como essas para promover as grandes mutações, você acredita? Não vale responder antes de tentar!

                                    

Das microações como agentes de mutações revolucionárias

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