Estou lendo agora uma obra bastante interessante chamada Teoria e Técnica de Psicoterapias, de Héctor Juan Fiorini. Ainda estou em pleno processo de leitura, mas o que me chamou a atenção foi o destaque para a necessidade de uma construção teórica mais profunda das terapias em busca de um maior aprofundamento nesta área. 
   O autor vai enumerando as várias dificuldades enfrentadas pelo terapeuta e dentre elas cita o papel singular e decisivo da linguagem verbal na experiência terapêutica. Cito Fiorini ipsis litteris em uma passagem que julguei "arteterapeuticamente" fantástica:


Problema terapêutico que foi desde sempre problema de poetas: encontrar palavras que consigam ser ação mais que contemplação, que ofereçam enigmas em lugar de resolvê-los, que tornem 'corpo vivo o que está prisioneiro nas palavras'.

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